GINKGO (Ginkgo Biloba) Scitec - 100 Cápsulas

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GINKGO BILOBA
Para o rendimento cognitivo

- 24% GLICOSÍDEOS FLAVONÓIDES DE GINKGO


O extracto de folhas de Ginkgo contém determinadas substâncias herbáceas tais como os ginkgolídeos e a bilobalida e, tradicionalmente, têm sido utilizados na manutenção do rendimento cognitivo e de uma microcirculação adequada. O nosso produto Ginkgo Biloba contém ervas de alta qualidade estandardizadas para proporcionar 24% glicosídeos flavonóides de Ginkgo.

O gingko ajuda no sistema circulatório, melhorando tanto na circulação arterial, capilar e venosa.

O Ginkgo Biloba tem propriedades como vasodilatador, antioxidante, neuroprotetor e inibidor do fator ativador de plaquetas.
Promove o aumento do fluxo sanguíneo, especialmente no cérebro, o que explica os seus efeitos na memória e faculdades mentais. Contém flavonóides e ginkgólidos, poderosos antioxidantes, que protegem as células dos ataques dos radicais livres. A Comissão E Alemã reconheceu os seus benefícios em deficits de memória, distúrbios na concentração, condição emocional depressiva, dores de cabeça, vertigens e zumbidos no ouvido de origem vascular.

De origem chinesa, é uma árvore considerada um fóssil vivo. É símbolo de paz e longevidade, por ter sobrevivido às explosões atômicas no Japão.

Foi descrita pela primeira vez pelo médico alemão Engelbert Kaempfer, por volta de 1690, mas só despertou o interesse de pesquisadores após a Segunda Guerra Mundial, quando perceberam que a planta tinha sobrevivido à radiação em Hiroshima, brotando no solo da cidade devastada. Suas folhas têm sido frequentemente usadas no combate aos radicais livres e como auxiliar da oxigenação cerebral.

Pesquisas alimentam a esperança de que a planta do Oriente previna (e ataque) tumores no ovário, na mama, no cérebro e no fígado. Com o seu extrato por perto, as células malignas autodestroem-se.

Nome Científico: Ginkgo biloba L.
Nome popular: Nogueira-do-japão
Origem: Extremo Oriente
Aspecto: As folhas se dispõem em leque e são semelhantes ao trevo. A altura da árvore pode chegar a 40 metros. O fruto lembra uma ameixa e contém uma noz que pode ser assada e comida


O extrato obtido de suas folhas comprovadamente reduz as tonturas, refresca a memória, alivia as dores nas pernas e nos braços e acaba com o zumbido no ouvido. Por tudo isso ela arrebanhou uma vasta clientela, composta na maior parte por idosos. Mas suspeita-se que o poder dessa planta de folhas de formato de leque vá além. Estudos realizados em laboratório e com seres humanos sugerem sua capacidade de prevenir e atacar tumores — mais um importante item que se acrescenta ao seu currículo.

Uma das pesquisas que obtiveram resultados mais estrondosos foi concluída no final do ano passado. Ao todo, 1 388 mulheres foram acompanhadas por seis meses. Todas relataram tomar algum tipo de remédio fitoterápico — equinácea, ervade- são-joão, ginseng e ginkgo. As que ingeriram esta última diariamente tiveram uma incidência 60% menor de tumores de ovário. Para entender o que estava ocorrendo, os surpresos cientistas levaram a ginkgo para dentro do laboratório. Lá misturaram o extrato da planta a culturas de células de ovário cancerosas. Bastou uma pequena dose para que o crescimento delas fosse reduzido em 80%.

ESTUDO PIONEIRO
Foi a primeira vez que se vislumbrou uma relação entre a ginkgo e o combate ao câncer/cacro de ovário. "Como o nosso estudo é pioneiro, as conclusões precisam ser confirmadas por novos trabalhos", disse à SAÚDE! Daniel Cramer, diretor de Obstetrícia e Ginecologia Epidemiológica do Brigham and Women`s Hospital, ligado à Escola Médica Harvard, nos Estados Unidos. "Até que outras investigações sejam feitas, acredito que mulheres com mais de 50 anos e histórico familiar de câncer de ovário deveriam considerar tomar ginkgo", diz ele.

Quando se fala em tumores em geral, o relatório de Cramer não é tão inovador assim. Mais de 50 estudos sobre ginkgo e câncer já foram catalogados. Em 2002 uma pesquisa conduzida pelo grego Vassilios Papadopoulos mostrou em laboratório e em testes clínicos que a ginkgo inibe o crescimento agressivo de tumores de mama. Também existem trabalhos sobre câncer cerebral e de fígado. "Essa já não é uma área de pesquisa em sua infância", diz Nise Yamaguchi, pesquisadora da USP e vice- presidente do Núcleo de Apoio ao Paciente com Câncer, em São Paulo. "Já existem muitos estudos consistentes. E com conclusões parecidas."

A maneira como a ginkgo e seus componentes agem em escala celular ainda não foi totalmente decifrada, mas há algumas hipóteses. "Talvez a planta esteja envolvida com a habilidade do organismo de causar apoptose, a morte programada de células defeituosas", diz Cramer. Outras estratégias descritas em diferentes trabalhos são sua habilidade para inibir os vasos que alimentam o câncer e sua capacidade de evitar danos ao DNA. Esses efeitos são obtidos por meio da ação de duas substâncias, os terpenóides e os bioflavonóides. Os primeiros viraram objeto de estudo mais recentemente. Os bioflavonóides, contudo, são conhecidos de longa data. Agem como antioxidantes, combatendo os radicais livres e impedindo o envelhecimento. Ambos fazem parte do mesmo extrato, o EGb 761 — matéria-prima dos comprimidos vendidos em farmácias.

O comprimido de ginkgo biloba desencadeia diversas reações que vão desde os pés até os ouvidos. Os vasos sangüíneos se dilatam e o sangue fica menos viscoso (mais "fino", como se diz). Assim, corre mais rápido, com mais facilidade, e alcança melhor os lugares mais distantes do coração. O labirinto, estrutura que pertence ao ouvido, passa a ser mais bem irrigado e oxigenado, o que ajuda a acabar com tonturas e zumbidos. As áreas do cérebro responsáveis pela memória e pelo raciocínio ficam mais despertas. O fluxo mais intenso também acaba com as dores nos braços e nas pernas, comuns na terceira idade. "A ginkgo produz muitos resultados e por isso divide com a ervade- são-joão o título de planta mais estudada na atualidade", afirma João Batista Calixto, professor de farmacologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e autoridade brasileira em medicamentos fitoterápicos.

Entre todas as benesses creditadas à planta, uma passou a ser questionada recentemente. É a que se refere à contribuição da ginkgo aos pacientes com Alzheimer. "Possivelmente o benefício seja alcançado apenas se a droga for utilizada de forma preventiva, anos antes do início da doença", diz Orestes Forlenza, psiquiatra e pesquisador do Laboratório de Neurociências da Universidade de São Paulo. "Os estudos clínicos da ginkgo para o tratamento de demências não demonstraram vantagens consistentes, possivelmente porque já era tarde demais e o tamanho do efeito era muito pequeno para modificar o curso clínico", explica o pesquisador, que fez uma revisão da literatura médica sobre o assunto.

São raros os casos de efeitos colaterais advindos da ingestão de ginkgo, mas não se pode ignorá-los. A dose máxima recomendada é de 240 mg/dia. Esse cuidado existe porque, ao dilatar os vasos sangüíneos, a ginkgo pode provocar enxaqueca e aumentar a sensibilidade da pele, causando alergias. Esse problema é maior nas cápsulas de pó macerado e nas folhas para chá. Ao afinar o sangue, a planta também pode causar sangramentos (antes de submeter um paciente a cirurgia, os médicos costumam pedir que cesse a ingestão do comprimido). Na bula do medicamento há ainda advertências com relação a distúrbios gastrointestinas e queda de pressão arterial. "A ginkgo é uma planta segura, mas deve ser usada com cautela", resume o americano Daniel Cramer.

1 - PROCESSO NORMAL
Quando alguma célula se danifica, sofre radiação ou infecção, o organismo envia uma ordem para que ela se autodestrua. Esse processo é chamado de apoptose.

2 - CÉLULAS TUMORAIS
De vez em quando surgem células malignas que podem se multiplicar desordenadamente. O corpo manda a mesma ordem de implosão, mas elas não obedecem.

3 - COM GINKGO
Na presença da ginkgo, as células tumorais ficam menos "teimosas". Quando a
mensagem chega, a célula pode ter a membrana rompida. Os restos são comidos
por fagócitos, defensores do corpo.

 
O QUE JÁ SE COMPROVOU?
Dos muitos benefícios atribuídos à ginkgo, alguns foram validados pela literatura científica e outros, desacreditados

   
ZUMBIDOS NO OUVIDO E TONTURASão os principais chamarizes da planta. Ao aumentar a circulação no labirinto, estrutura interna do ouvido, a ginkgo diminui zumbidos e melhora a sensação de equilíbrio.
   
DORES EM BRAÇOS E PERNAS

Os benefícios do extrato para a circulação se refletem na melhor irrigação das áreas mais distantes do coração, o que alivia as dores nos membros.
   
ENVELHECIMENTO

Seus bioflavonóides são antioxidantes que combatem os radicais livres e evitam danos às células, acumulados com a idade.
   
CÂNCER DE OVÁRIOUm estudo publicado em outubro de 2005 mostrou que a incidência desses tumores diminuiu entre 60% e 70% nas mulheres que ingeriram comprimidos com extrato de ginkgo.
   
CÂNCER DE MAMA

Testes preliminares em laboratórios e estudos clínicos publicados em 2002 indicaram que o extrato das folhas pode inibir a proliferação agressiva de tumores de mama.
   
MEMÓRIA

A Organização Mundial da Saúde considera que a ginkgo melhora a capacidade de memória e de aprendizado, mas estudos recentes começam a pôr em dúvida se o efeito persiste no longo prazo.
   
ALZHEIMERA ginkgo já foi aprovada em alguns países para ajudar na prevenção dessa doença. Contudo, novos testes não mostraram benefícios consistentes quando o mal já está instalado.
   
COMPROVADO EM TESTE CONTESTADO



Modo de emprego: Tomar 1 a 2 cápsulas por dia, às principais refeições. Use este produto em conjunto com comida, como parte de uma dieta equilibrada e saudavél, não como substituto da mesma.

Apresentação: 100 cápsulas - 100 doses

Indicações Terapêuticas:

  • Memória
  • Prevenção do cancro da mama e de tumores nos ovários
  • Sistema circulatório
  • Acção vasodilatadora
  • Tensão arterial
  • Arteriosclerose
  • Tonificante das paredes das artérias
  • Vertigens e perda de equilíbrio
  • Acufénios (zumbidos dos ouvidos)
  • Cefaleias
  • Transtornos da memória e senilidade
  • Tromboses e embolias
  • Arteriopatias dos membros inferiores (falta de irrigação das mãos e pés)
  • Acroparestesias (dormência dos pés e mãos)
  • Angiopatias (doença de Reynaud)

Informação Nutricional
1 dose: 1 cápsula
Dose por vasilhame: 100
Quantidade por dose:1 cápsula% DDR*
Extrato de Ginkgo Biloba60 mg
*% DDR: Percentagem da dose diária recomendada.
† DDR não estabelecida na UE.
Ingredientes: Extrato de Ginkgo Biloba (folha; estandardizada com 24% de flavonóides glicosídeos de ginkgo), Óleo de soja, gelatina, Glicerina Vegetal, Lecitina de Soja, Cera de abelhas amarela, cor de caramelo natural.


Informações alérgicas: Manufacturado em instalação que também processam proteínas de leite, soja e ovo, glúten e amendoins!
Contra-indicações: Não exceder a dose diária recomendada. Os suplementos alimentares não devem ser utilizados como substitutos de um regime alimentar variado. Manter fora do alcance e visão das crianças. Antes de tomar este produto verifique se é alérgico aos seus componentes. Como em qualquer outra situação de produtos naturais, os resultados obtidos variam de pessoa para pessoa pois cada indivíduo possui um metabolismo característico.

Reviews

By (Azoia de Baixo, Portugal) on 21 Sep 2016 (GINKGO (Ginkgo Biloba) Scitec - 100 Cápsulas) :
(5/5

Muito bom

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